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Palpiteira


Borat

Gostei muito do ‘filme’. Engraçado e inteligente. Acho que muita gente não deve entender muito bem e ri simplesmente porque as situações são engraçadas. Mais ou menos como o Pânico, que segue exatamente a mesma linha.

 

Para mim, o humor é a forma mais inteligente de fazer crítica. Rir de si mesmo é a melhor foram de perceber preconceitos arraigados e percepções equivocadas dos outros. Damos muito valor a nós mesmos e dificilmente olhamos para o lado.

 

Essa coisa do politicamente correto é irritante. Viva Borat e sua total falta de noção!



Escrito por thais.gonzaga às 18h23
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Tristeza

Depois de mais de dez anos perdida nos labirintos do mal de Alzheimer, minha avó morreu bem no dia do seu aniversário de 77 anos. A morte de uma pessoa querida é sempre um momento doloroso, mas nesse caso houve também um certo alívio, por ver que ela finalmente se libertava de uma prisão.

 

Quem conhece alguém que sofre dessa doença sabe o quanto é triste ver a memória e a própria vida da pessoa que amamos ir aos poucos desaparecendo. No início é um esquecimento bobo aqui, outro ali. Com o tempo, fica difícil até saber se a pessoa tem noção de quem é quando se vê refletida no espelho.

 

Minha avó já não tinha noção de onde estava, nem de quem fora. Agia como uma criança, sempre sorrindo e segurando nossas mãos. Falava pouco e já não andava. Acabou morrendo de forma improvável, é verdade, mas muito antes de se tornar um feto, como muitos com a mesma doença.

 

Encarar a morte nunca foi para mim algo complicado, porque sempre acreditei que a vida é algo muito maior do que imaginamos. Aliás, a verdadeira morte é estar aqui, na Terra. Por isso, sei que ela está muito melhor agora, ou em processo de melhorar.



Escrito por thais.gonzaga às 18h17
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